Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2820111981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/160090"Uma herança grotesca de perseguição, desaparecimento de pessoas, “encarceramentos maciços eassassinatos de militantes de esquerda”. Eis alguns dos principais legados da ditadura de Augusto Pinochet, no Chile, avalia o professor chileno José De La Fuente. “No período da ditadura, opoder Judiciário praticamente não funcionou, atuou em conluio com o regime, negou sistematicamente o direito à defesa e o habeas corpus”, pontua. Além disso, a hegemonia desse regime- foi baseada na “organização de um aparato de Estado policial permanente, convencida de seu messianismo salvífio para evitar que o Chile e a América Latina ‘caíssem nas mãos do comunismo soviético’”. Há de se ressaltar que “o principal responsável e condutor da criminalidade política, o ditador Augusto Pinochet, morreu tendo sido julgado como ladrão, porém não condenado como organizador do crime político e do estado policial”."porWith permission of the license/copyright holderPinochetDictatorshipLatin AmericaImpunityMemoryPolitical ethicsEthics of political systemsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCommunity ethicsPinochet e a herança grotesca da ditadura [Pinochet and the Grotesque Heritage of the Dictatorship]Article