Machado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-10-0820161981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158029"Em contrapartida, Maria Clara também destaca que a ideia de “melhoramento” ou “aprimoramento” humano traz consigo inúmeras implicações, pois infere nesse ser em constante transformação. Numa dessas implicações, o ser “aprimoramita” pode ser um grande gerador de desigualdades. “Não sou contra a incorporação de mecanismos que nos possibilitem uma vida melhor. Ao contrário, acho que esta busca pelo aprimoramento é constitutiva de cada um de nós. O próprio processo educativo é um mecanismo de aprimoramento. O meu problema, tanto no que diz respeito aos mecanismos convencionais de aprimoramento, como aos novos, é que eles podem tornar a nossa sociedade ainda mais desigual e, por conseguinte, injusta"porWith permission of the license/copyright holderchangehuman naturetransformationshuman enhancementmoral improvementCultural ethicsBioethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsPor um ser transformita e não “aprimoramita” [For a being transformita not "aprimoramita"]Article