Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1320101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160604"A forma como usamos a terra e os recursos hídricos no passado negligenciava osimpactos ambientais impostos pela agricultura intensiva. Esses custos não se refltem nos preços das commodities alimentícias vendidas e compradas internacionalmente, e nem mesmo nos preços dos alimentos no mercado interno. O Brasilnão deveria correr para satisfazer a demanda global por sua água, colocando- commodities no mercado mundial a preços que impossibilitem que o ambiente das terras e dos recursos hídricos do Brasil seja usado de modo sustentável”. Essas são as palavras do cientista britânico John Anthony Allan, escritas por ele na entrevista que aceitou conceder, por e-mail, à IHU On-Line. Conhecido no mundo inteiro por ter criado o conceito de água virtual, explicado a seguir, Tony Allan identifia que as grandes economias de água podem ser feitas no setor agrícola, onde os volumes de água usados são vastos. “Os agricultores tomam conta de toda a água verde. Junto com os engenheiros, eles tomam conta de toda a água azul usada na agricultura irrigada. Junto, isto representa 80% da água usada no mundo inteiro. Os agricultores detêm a chave para a segurança da água – especialmente no Brasil”, alerta."porWith permission of the license/copyright holderVirtual waterfoodsBrazilexporteconomyEconomic ethicsEthics of economic systemsEnvironmental ethicsResources ethicsEthics of global commonsO Brasil é o maior “exportador” de água virtual do mundo [Brazil is the world's largest "exporter" of virtual water]Article