Balsadi, Otavio Valetim2019-09-252019-09-252017-01-1620071981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162274"Quando se olha mais especificamente o mercado de trabalho assalariado na agricultura brasileira, que é o tema que tenho mais familiaridade, parece-me que um dos pontos centrais é a grande discrepância na qualidade do emprego entre os empregados permanentes e os temporários. Essa discrepância pode ser vista por indicadores ligados, por exemplo, ao grau de formalidade e ao rendimento recebido pelos empregados. Em 2005, 51,2% e 46,1%, respectivamente, dos empregados permanentes com residência urbana e rural tinham registro em carteira, contra apenas 14,7% dos temporários urbanos e 4,6% dos temporários rurais. Vejamos agora os indicadores de rendimento: para os empregados temporários, as participações dos que recebiam mais de um salário mínimo mensal também ficaram bem abaixo das médias observadas para os permanentes."porWith permission of the license/copyright holderfarmingBrazilWage laborinequalitycapitalEconomic ethicsEthics of economic systemsLabour/professional ethicsCommunity ethicsMinority ethicsO mercado de trabalho assalariado na agricultura brasileira [The wage labor market in Brazilian agriculture]Article