Junges, Márcia2019-09-252019-09-252017-01-1120081981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161967"“As guerras são sempre a negação dos Outros. Os Outros quasesempre eram os inimigos. Os inimigos assim justifilítica do Estado”, comenta o fio pesquisador, eles se tornaram personagens “insubstituíveis”no cenário político. E, agora, fi ca lór sem adversários “signifisofo Miroslav Milovic. P cam a po-ara ca para alguns Estados fi car sem política”. Em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, embasado nas teorias de Chantal Mouffe e Ernesto Laclau, o fi lósofo destaca as manifestações de 1968 como uma possibilidade de pensar a “politica não-representativa”. Só assim, garante, será possível construir uma nova democracia. Além de uma apatia política criada nos últimos 40 anos, Milovic chama a atenção para a disseminação da indiferença em áreas como a cultura e história. Essa insensibilidade silencia os indivíduos e assegura “padrões e fundamentos inquestionáveis"porWith permission of the license/copyright holderNew democracyPolitical apathymotion 68Student movementPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsDevelopment ethicsUma nova democracia [A new democracy]Article