Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1520091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160862"“Q deixa emergir tempo demais – pode conduzir a uma espera, a uma exigência de um gozo imediato,ual seria o discurso no qual é tomado o sujeito de hoje? Há ainda um discurso que possa orientá-lo?”, questiona o psicanalista e psiquiatra francêsJean-Louis Chassaing, na entrevista a seguir, concedida com exclusividade àIHU On-Lineresposta não lhe seja trazida imediatamente, ou mesmo o escândalo que se, por e-mail. Segundo ele, “o insuportável do desejo – que umada violência, aquela de um impasse sobre a mediatização da reflxão”. Retomando Freud, o pesquisador diz que era esse excesso de recalque a causa das neuroses. O que diria Freud hoje, “quando ‘tudo é possível’, e que o sexual está na mesa, à disposição, em que os corpos estão desnudos, mesmo os cadáveres estão ‘deliciosamente’ expostos, como observou Charles Melman”? Chassaing analisa, também como o “sujeito pós-moderno”, ao se pensar não frustrado, mas privado de, “perde a sua capacidade de sujeito — sub jectum, submetido (à linguagem) — para tornar-se, ele próprio, ‘submetido’ a objeto, no sentido do direito romano, regido por corpos"porWith permission of the license/copyright holderPostmodern subjectWishviolenceReligiousBodyReligious ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsDogmaticsUm sujeito submetido ao objeto [subject subjected to the object]Article