Meneses Andrade, Alexandra2019-09-252019-09-252015-06-1520131981-1810http://hdl.handle.net/20.500.12424/223292"Várias são as causas que podemos enumerar quando falamos de mulher, violência e deficiência. Muitas delas são difíceis de detectar, pois subjazem como inimigos ocultos. A hiper-proteção em vários contextos, familiares e escolares, que terminam por gerar maior dependência emocional, afetiva, física, relativa às pessoas que se encarregam do cuidado e proteção. Aparentemente, não existiria nada mal na hiperproteção, especialmente se existem razões justificadoras, porém tal hiperproteção traz como consequências vários (d)efeitos: produz baixa auto-estima na pessoa deficiente; autopercepção prejudicada; pobre ou escassa educação, o que traz como consequência a dependência econômica. Esses fatores conjugados fazem com que a mulher deficiente se perceba como “sem valor, inútil, socialmente não aceita”. Pois, ela não cumpre com os estereótipos e normas estéticas definidos culturalmente, valorizados pela publicidade e interiorizados como socialmente desejáveis."porWith permission of the license/copyright holderwomanviolencefaith communitiescare and protectiondisabilityPolitical ethicsReligious ethicsBioethicsCommunity ethicsSocial ethicsFamily ethicsSexual orientation/genderMulher, violência e deficiência [Women, violence and disability]Article