Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-1420151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158254"Por isso, a sua aposta consiste em construir uma teoria política que desloque o problema da ‘ação’ para a questão do ‘uso’. Daí que o poder destituinte pode ser concebido como uma potência anárquica, tal como, na sua época, ele foi concebido em Walter Benjamin à luz do termo ‘violência divina’. E destaca: “Sob essa luz, talvez, pensar uma profanação da democracia gerencial signifiue abrir outros sentidos do termo ‘democracia’ e, assim, dar-lhe um novo uso possível. Nesse sentido, não se trataria tanto de uma ‘democratização’ da democracia, mas sim da sua politização. Mas uma politização não remeteria, aqui, a uma ‘ação’ específia, mas a usar de outro modo aquilo que havia sido enclausurado pelo pastorado"porWith permission of the license/copyright holderdemocracycrisisanarchic powerrepresentative democracyProfanation of democracyPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsA democracia gerencial em crise e a potência anárquica do poder "destituinte" [The managerial democracy in crisis and the anarchic power of power "destituinte"]Article