Fachin, Luiz Edson2019-09-252019-09-252017-02-0820051981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/163102"A questão, tal como formulada, pode conduzir a um viés duplamente equivocado, com o devido respeito da formulação. Vejamos. De um lado, paternidade é uma função, e não um papel derivado da sexualidade. A função paterna é importantíssima, sob diversos aspectos, nomeadamente na construção da criança como sujeito de si e do mundo, edificada sob limites e possibilidades. Contudo, o sujeito (homem ou mulher, ou quem for) que pode exercer tal função remete a outro debate, que abre, por isso mesmo, a legítima possibilidade da união entre pessoas do mesmo sexo"porWith permission of the license/copyright holderPaternitysexualityMale responsibilityPostmodern familyCultural ethicsBioethicsSocial ethicsSexual orientation/genderCommunity ethicsFamily ethicsPaternidade é uma função, e não um papel derivado da sexualidade [Paternity is a function, not a role derived from sexuality]Article